"Mais uma voltinha, mais uma viagem"
Boa tarde caros leitores,
Antes de começar a minha jornada diária de trabalho, empreendedor na sua totalidade, venho escrever mais um post. Tenho andado com insónias, mas em relação ao assunto triste da publicação passada estou a melhorar.
Em relação à minha saúde: neste momento tenho duas aftas no lábio superior que ainda não me causaram grande transtorno - tenho gerido bem com Aftach e Vollon A. Em relação à outra extremidade do tracto gastrointestinal, vulgo cú, tem estado na mesma - parece que as pomada rectais e perianais não têm resultado muito bem - continuo com dores e com feridas que não sei caracterizar. Bem sei que, se tomasse o famoso lepicortinolo durante dois dias ou aplicasse uma pomada com corticóide, os sintomas desapareceriam. Não quero por vários motivos - quero ver até onde vai sem intervenções mais chatas (sim, é masoquismo); não quero sobrecarregar o meu corpo com corticóides, por muito pouco que sejam, pois não sei quanto terei de tomar um dia; a médica não prescreveu; por fim, não me apetece e consigo lidar bem com a dor física.
Passando ao motivo maior deste post: vou para a Rússia daqui a uma semana e meia!!!! Não digo datas nem destinos por causa do anonimato mas, mais uma vez, vou por minha iniciativa e com o objectivo de divulgação científica na minha área. Têm-me perguntado se estou de férias - eu respondo sempre - mais ou menos! As pessoas riem-se - "so do I". A minha vida é assim, em constante reboliço e com a cabeça sempre ocupada com assuntos de trabalho - caso contrário não me sinto bem. É por isso que as minhas férias vão ser passadas a trabalhar, descansar e passear.
Se querem saber: um dos vistos mais difícil de obter é para a Rússia. Tem dado um trabalho enorme, para além das despesas que tem acarretado. Todas as pessoas têm de ter uma carta-convite para aquele país, ou mais do que uma no meu caso. Imaginem só que o meu avião de lá para Lisboa parte às 5:55h da manhã do último dia - pensava eu pernoitar no aeroporto, quando fui surpreendido pela embaixada: não lhe emitimos o visto se não tiver um comprovativo em como irá ficar a última noite. Bem, tive de pagar uma noite a mais que não irei, com certeza, usar. Quanto ao seguro de saúde, parece que está incluído nas despesas e é obrigatório. Como não sou mulher ainda não comecei a preparar nada - NADA. Prevejo dificuldades com a alimentação e já pensei em levar comida portuguesa na mala de porão - a ver vamos. Vão ser dias intensos porque, durante o pouco tempo que estarei lá, vou querer aproveitar tudo - desde o evento em participarei até às cidades.
Vivo, durante todo o ano e desde sempre, num lugar pacato com poucos habitantes e distante de um centro urbano - estas viagens são, par mim, um grande abanão, no bom sentido.
Portanto, recapitulando, aqui vai uma lista das precauções que vou tomar:
-Levar medicação a mais (na mala de mão vai buscopan, imunossupressores, paracetamol e nexium - a viagem é de muitas horas); pode haver atrasos nos voos ou até mesmo algum problema no regresso;
-Dodots ou toalhitas;
-Uma muda de roupa interior.
Sei que existem mais medidas - alguns sites sugerem a tradução para o país de destino de um documento escrito pelo médico declarando a doença. Existem ainda uns cartões "Can't Wait" (Não posso esperar) - para quem realmente tem urgências nas idas à casa-de-banho - num avião é bem importante! Sei que no Reino Unido existe uma chave "universal" que pode ser adquirida por pessoas doentes para terem acesso a uma rede de casas-de-banho públicas vedadas ao público em geral - é a RADAR key.
E pronto, ainda venho cá outra vez antes de partir.
Antes de começar a minha jornada diária de trabalho, empreendedor na sua totalidade, venho escrever mais um post. Tenho andado com insónias, mas em relação ao assunto triste da publicação passada estou a melhorar.
Em relação à minha saúde: neste momento tenho duas aftas no lábio superior que ainda não me causaram grande transtorno - tenho gerido bem com Aftach e Vollon A. Em relação à outra extremidade do tracto gastrointestinal, vulgo cú, tem estado na mesma - parece que as pomada rectais e perianais não têm resultado muito bem - continuo com dores e com feridas que não sei caracterizar. Bem sei que, se tomasse o famoso lepicortinolo durante dois dias ou aplicasse uma pomada com corticóide, os sintomas desapareceriam. Não quero por vários motivos - quero ver até onde vai sem intervenções mais chatas (sim, é masoquismo); não quero sobrecarregar o meu corpo com corticóides, por muito pouco que sejam, pois não sei quanto terei de tomar um dia; a médica não prescreveu; por fim, não me apetece e consigo lidar bem com a dor física.
Passando ao motivo maior deste post: vou para a Rússia daqui a uma semana e meia!!!! Não digo datas nem destinos por causa do anonimato mas, mais uma vez, vou por minha iniciativa e com o objectivo de divulgação científica na minha área. Têm-me perguntado se estou de férias - eu respondo sempre - mais ou menos! As pessoas riem-se - "so do I". A minha vida é assim, em constante reboliço e com a cabeça sempre ocupada com assuntos de trabalho - caso contrário não me sinto bem. É por isso que as minhas férias vão ser passadas a trabalhar, descansar e passear.
Se querem saber: um dos vistos mais difícil de obter é para a Rússia. Tem dado um trabalho enorme, para além das despesas que tem acarretado. Todas as pessoas têm de ter uma carta-convite para aquele país, ou mais do que uma no meu caso. Imaginem só que o meu avião de lá para Lisboa parte às 5:55h da manhã do último dia - pensava eu pernoitar no aeroporto, quando fui surpreendido pela embaixada: não lhe emitimos o visto se não tiver um comprovativo em como irá ficar a última noite. Bem, tive de pagar uma noite a mais que não irei, com certeza, usar. Quanto ao seguro de saúde, parece que está incluído nas despesas e é obrigatório. Como não sou mulher ainda não comecei a preparar nada - NADA. Prevejo dificuldades com a alimentação e já pensei em levar comida portuguesa na mala de porão - a ver vamos. Vão ser dias intensos porque, durante o pouco tempo que estarei lá, vou querer aproveitar tudo - desde o evento em participarei até às cidades.
Vivo, durante todo o ano e desde sempre, num lugar pacato com poucos habitantes e distante de um centro urbano - estas viagens são, par mim, um grande abanão, no bom sentido.
Portanto, recapitulando, aqui vai uma lista das precauções que vou tomar:
-Levar medicação a mais (na mala de mão vai buscopan, imunossupressores, paracetamol e nexium - a viagem é de muitas horas); pode haver atrasos nos voos ou até mesmo algum problema no regresso;
-Dodots ou toalhitas;
-Uma muda de roupa interior.
Sei que existem mais medidas - alguns sites sugerem a tradução para o país de destino de um documento escrito pelo médico declarando a doença. Existem ainda uns cartões "Can't Wait" (Não posso esperar) - para quem realmente tem urgências nas idas à casa-de-banho - num avião é bem importante! Sei que no Reino Unido existe uma chave "universal" que pode ser adquirida por pessoas doentes para terem acesso a uma rede de casas-de-banho públicas vedadas ao público em geral - é a RADAR key.
E pronto, ainda venho cá outra vez antes de partir.

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