Diário de Bordo V - Novo México, EUA
Já estou em Portugal desde segunda, mas não podia deixar de vos contar o inevitável. Na sexta-feira fui parar ao hospital. Sim, o apetite tinha vindo a diminuir progressivamente mas de repente deu-me a fome. Comi, ao almoço de quinta, um grande hamburger com carne mal passada acompanhado com os vegetais panados (só de me lembrar dá-me vontade de vomitar). Á noite não comi nada e quando cheguei a casa vomitei o almoço todos que não tinha digerido e fiquei com diarreia. O curso tinha acabado há já alguns dias e, agora, era altura de passear. Estávamos a passear no shopping, no dia seguinte, e comecei a sentir-me cada vez mais fraco e com febre. Decidi ir ao hospital - ainda bem que fiz o seguro de viagem! O Hospital Presbiteriano - o mais conceituado de Albuquerque - foi o lugar selecionado. Com um acompanhamento excelente - humano e material - acompanharam-me e, felizmente, a conclusão foi relaxante. Não tinha nada. Fiz raio-x, análises de sangue e urina, etc, etc. Afinal não tinha febre e o mau estar passou. Cá estou eu em terras lusas, mas tenho a dizer que a viagem de regresso foi caótica - o voo alterou quatro vezes, perdi o meu passaporte e bilhetes durante 40 minutos, tive de andar a correr pelo aeroporto - enfim, tudo o indesejável para o meu bem estar intestinal! Agora estou sem apetite nenhum e ainda me estou a habituar novamente ao horário.
Fiquei contente porque, em conversa com um amigo médico do mesmo hospital, confirmei a minha opinião de que o acompanhamento que tenho aqui é o mais adequado e não vale a pena estar a investir numa viagem, como estava a pensar, para os EUA e ser visto por outra equipa.
Fiquei contente porque, em conversa com um amigo médico do mesmo hospital, confirmei a minha opinião de que o acompanhamento que tenho aqui é o mais adequado e não vale a pena estar a investir numa viagem, como estava a pensar, para os EUA e ser visto por outra equipa.

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